sábado, 28 de novembro de 2015

Estado do RN Pede Ajuda do Exército, Para Combater Mosquito da Dengue


O secretário estadual da Saúde Pública, Ricardo Lagreca, confirmou que o Conass, Conselho Nacional dos Secretários de Saúde dos Estados, propôs ao governo federal a participação das Forças Armadas no combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor de transmissão dos vírus da dengue, chikungunya e do zyka. Este último vírus chegou ao país provavelmente no ano passado e trouxe mais preocupação para as autoridades sanitárias brasileiras em função da suspeita de que seja a causa do aumento de casos de microcefalia em bebês, sobretudo na região Nordeste.

Controle do mosquito Aedes aegypti é a medida mais eficaz para evitar mais casos de ZykaControle do mosquito Aedes aegypti é a medida mais eficaz para evitar mais casos de Zyka

Ricardo Lagreca participou de uma reunião na quinta-feira (25) do Conass, no Ministério da Saúde, em Brasília, e no fim da tarde, disse, por telefone, que a ideia é que as Forças Armadas entrem em campo logo em dezembro, a fim de atuar ao lado dos agentes de endemias espalhados pelo país no combate ao mosquito Aedes aegypti nos criadouros “para tentar evitar a proliferação de ovos e larvas do inseto”.

Lagreca reafirmou, que uma campanha maciça de orientação à população a ser feita pelo MS é importante, diante da urgência, daí a necessidade das pessoas se empenharem na prevenção em casa, com a limpeza do lixo doméstico, evitando o acúmulo de água parada e evitar deixar vasilhas tapadas para evitar entrada do mosquito.

Outro ponto é acompanhar o protocolo básico do MS a respeito da microcefalia, que inclui, principalmente, exames de ultrassonografia dos bebês durante a gestação, pois, acrescentou o secretário, “o protocolo vai sendo modificado à medida que vão surgindo novidades”. Por solicitação de Lagreca, o Ministério da Saúde enviou três  epidemiologistas a Natal para acompanhar e auxiliar, durante uma semana, as investigações da  microcefalia em recém-nascidos, que chegou a 60 casos no Rio Grande do Norte.  

Os epidemiologistas Eduardo Saad, Márcia Andrade e Francieli Fantinado, fazem parte da equipe de Vigilância em Saúde do MS, que desenvolve o Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicado aos Serviços do Sistema Único de Saúde (Episus), que capacita profissionais na área de epidemiologia de campo e potencializar respostas às emergências de saúde pública.

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