Canguaretama: IFRN PRODUZ ENERGIA SOLAR E ECONOMIZARÁ R$ 116 MIL/ANO

O campus central do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) começou a produzir energia solar na última segunda-feira (18).

Estima-se que a fonte alternativa de energia deverá gerar 26 mil e 200 kwh por mês. Esta energia gerada suprirá cerca de 11% do consumo, o que representa uma economia de R$ 116,3 mil por ano para o Campus do IFRN, além de uma redução de 28 toneladas na emissão de CO2 por ano..
Além do campus central, em Natal, os campi de Canguaretama, São Paulo do Potengi, Ceará-Mirim, Currais Novos, Parelhas e São Gonçalo, bem como a Reitoria do IFRN já possuem usina de energia solar. 
  No campus central do IFRN, em Natal, a fonte alternativa de energia, que foi ativada na segunda (18), deve gerar 26.200 kwh/mêsNo campus central do IFRN, em Natal, a fonte alternativa de energia, que foi ativada na segunda (18), deve gerar 26.200 kwh/mês

Os geradores fotovoltaicos foram instalados sobre o teto dos blocos das salas de aula e ocupam aproximadamente 1.290 metros quadrados. Eles totalizam 825 painéis solares e estão divididos entre dois geradores - um com 480 painéis e o outro com 345.

Segundo o engenheiro eletricista do IFRN, Franclin Róbias, a energia gerada irá atender aos condicionadores de ar e ao Data Center do Instituto Federal, a energia que não for utilizada para estes fins será distribuída para as demais cargas elétricas ou irá para a rede de distribuição da Companhia de Energética do Rio Grande do Norte (COSERN). Nesse último caso, o medidor da subestação  registrará a energia fornecida para a rede externa e será descontada na fatura do Campus, gerando mais uma economia. 

De acordo com o diretor de Administração do campus, Francisco Antônio de Pontes, a iniciativa também irá interferir no aprendizado dos alunos, que poderão acompanhar o desenvolvimento da iniciativa.

"O projeto, além der gerar economia e ser exemplo do uso de energia limpa, vai proporcionar aos alunos e professores o acompanhamento do seu funcionamento - inicialmente os do curso de Eletrotécnica, futuramente de Engenharia de Energia e de Informática”, diz.

Francisco ressalta ainda que a intenção é de que o uso da energia solar seja ampliado na instituição. “Nossa meta é ampliar a produção e nos próximos quatro anos chegar a 50% da energia consumida no campus”, afirma o diretor.