terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Governo do Estado do RN e Municípios têm R$ 640 milhões em Depósitos

Somados os recursos de depósitos judiciais acumulado pelo Governo do Estado e prefeituras municipais o valor no Rio Grande do Norte supera a marca dos R$ 600 milhões. No entanto, comparando com os demais Estados o potiguar é o nono com o menor valor em depósito judicial, que são os valores depositados em juízo para processos que já tiveram decisão favorável, mas ainda não transitaram em julgado.

Conselho Nacional de Justiça definiu as diretrizes para a utilização dos recursos judiciaisConselho Nacional de Justiça definiu as diretrizes para a utilização dos recursos judiciais

Os números foram revelados por reportagem do jornal O Estado de São Paulo, a partir de levantamento junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e tribunais de Justiça dos Estados.

O Rio Grande do Norte soma R$ 641,7 milhões. O Estado do Amapá é o que possui a menor soma com R$ 85,3 milhões e o de São Paulo é o que tem o maior valor com R$ 56,912 bilhões.
Lei sancionada ainda ano passado pela presidente Dilma Rousseff previu o uso de parte dos depósitos judiciais, mas com o condicionante de que só poderia ser sacado caso o Estado ou prefeitura estivesse em dia com os pagamentos dos precatórios, o que não se aplica ao Executivo estadual potiguar.

Em todo país, 11 Estado fizeram saques, ainda em 2015, dos depósitos judiciais, o que somou uma retirada de R$  16,9 bilhões. O Governo potiguar ainda não fez utilizou esses recursos, segundo informou a Secretaria Estadual de Planejamento.

Na retirada feita pelos 11 Estados o montante representa   13% de todos os depósitos judiciais, segundo levantamento feito pelo Conselho Nacional de Justiça e pelos Tribunais de Justiça.

O uso de parte desse fundo pelos governos é uma solução emergencial e temporária: em algum momento, esse dinheiro terá de ser devolvido para as contas administradas pela Justiça. Os depósitos judiciais são formados por recursos de governos, empresas ou pessoas físicas envolvidos em litígios  na Justiça que envolvem pagamentos, multas ou indenizações. Os recursos ficam sob administração da Justiça até que haja uma decisão final sobre a legalidade do pagamento ou seu volume.

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