Joesley Batista, do grupo JBS, chama Temer de “ladrão-geral da República”


Declarações foram feitas numa reação à nota divulgada pela Presidência da República sobre o operador Lúcio Funaro, que firmou acordo de delação

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Foto: Ayrton Vignola/Estadão
Diretor da JBS, Joesley Batista, delator na Lava Jato

O empresário Joesley Batista, do grupo JBS, chamou o presidente Michel Temer de “ladrão-geral da República”. Em nota divulgada na madrugada de sábado, o empresário afirma que a colaboração premiada é um direito e que o ataque feito a essa prerrogativa revelaria uma “incapacidade” de o presidente se defender “dos crimes que comete.”
As declarações do empresário foram feitas numa reação à nota divulgada ontem pela Presidência da República sobre o operador Lúcio Funaro, que firmou acordo de delação com Ministério Público. Na nota, o Palácio do Planalto chama o empresário Joesley Batista de “grampeador-geral da República.”
Procurado pela reportagem, o advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, defensor de Temer, disse que a declaração de Joesley “não merece nenhuma resposta em face da sua origem e do conhecido comportamento absolutamente reprovável do delator

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