sábado, 7 de outubro de 2017

LAMENTÁVEL!! Sobe para 10 número de Mortos em Ataque a Creche em Minas Gerais

Fredson Souza/ Estadão
Creche ficou completamente destruída
 
A menina Thallyta Vitória de Oliveira Barros, de 04 anos, morreu no hospital João XXIII, em Belo Horizonte, na manhã deste sábado, 07.  Ela estava internada em Montes Claros, também na Região Norte, e foi transferida para capital mineira. As informações são do Corpo de Bombeiros.

Além de Thallyta, Mateus Felipe Rocha Santos, de 05 anos, também estava internado na mesma cidade e foi transferido para Belo Horizonte. Com a morte da menina, sobe para dez o número de óbitos na tragédia em Janaúba, em que morreram também uma professora e o vigia, que ateou fogo no corpo, nas crianças e provocou o incêndio. Treze vítimas estão internadas em estado gravíssimo.

Doze crianças e duas mulheres seguem internadas em hospitais de Belo Horizonte. No hospital João XXIII, há duas mulheres e nove crianças em estado grave. No hospital Odilon Behrens, três crianças.
 
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) abriu três inquéritos e um procedimento para investigar o incêndio. Uma das apurações tem o objetivo de verificar se o vigia, Damião Soares dos Santos, tinha problemas psicológicos.

Conforme a promotoria, em junho de 2014 Damião foi ao MP em Janaúba “com a finalidade de informar que suspeitava de que sua mãe adicionava substâncias tóxicas à sua comida”. Ainda segundo a promotoria, “estudo social solicitado pelo MPMG, contudo, apontou que o núcleo familiar era regular, mas que ele apresentava disfunção de consciência”.

Segundo informações da Polícia Civil, perfil psicológico traçado em perícia médica da corporação apontou diagnóstico semelhante para o caso. Outro inquérito do MP vai investigar se a casa em que a creche funcionava possuía “segurança estrutural, plano de fuga e estratégia de combate à incêndios adequados”. Reportagem publicada pelo Estadão mostrou que a creche não tinha alvará de funcionamento.

A promotoria abriu inquérito também para “garantir a assistência material e psicológica às vítimas e suas famílias quanto aos danos e agravos sofridos”. Já o procedimento aberto pelo MP será para apurar necessidades que as crianças terão a partir da tragédia.
Por volta das 9 horas de quinta-feira, 5, o vigilante Damião Soares dos Santos, de 50 anos, entrou na unidade, atirou material inflamável contra as crianças e no próprio corpo, e ateou fogo, que se alastrou rapidamente. Em meio ao tumulto, as pessoas tentavam apagar o incêndio com baldes de água e resgatar as vítimas das chamas e da fumaça.

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